Campanha do alunos do 4º
ano para doação de máquina braile
Conclusão do projeto: Um outro olhar sobre São Paulo
Durante esse projeto, nós conhecemos o
dia-a-dia dos deficientes visuais. Passamos por uma série de atividades
interessantes, como a palestra com a Adriana, professora da Laramara.
Ela nos ensinou coisas muito importantes para o nosso estudo: o uso da
bengala, o que é uma reglete, a leitura do alfabeto braile. O mais
importante foram as dicas de como ajudar os cegos nas ruas da cidade.
Ela, então, nos convidou para visitar a Associação
Laramara.
Lá tivemos algumas palestras e visitamos
vários lugares: as salas de aula, a brinquedoteca, a piscina, o
playground, a biblioteca etc. Percebemos que os deficientes visuais são
capazes de fazer quase tudo como nós e até algumas coisas
a mais como, por exemplo, ler o braile. Como essas pessoas têm a
falta da visão, acabam desenvolvendo a audição e
o tato muito mais do que aquelas que enxergam e têm uma capacidade
de memorização e adaptação física em
um ambiente novo muito maior.
Para completar nosso projeto, fizemos uma campanha
na escola para arrecadar dinheiro para comprar máquinas braile
para os deficientes visuais carentes. A campanha foi um grande sucesso
e conseguimos arrecadar R$8.734,30. Com esse dinheiro poderemos fazer
a doação de quatro máquinas e ainda sobrará
muito dinheiro para outras necessidades que a associação
tenha. Podem ser bengalas, lupas, óculos etc.
Aprendemos muito com esse projeto. No início,
nós achávamos que os deficientes visuais não tinham
capacidade de fazer as coisas como nós e que eram muito infelizes,
mas descobrimos que estávamos errados. Além de serem pessoas
muito alegres e felizes, eles também são muito independentes.
Também descobrimos que essas pessoas não querem que nós
tenhamos pena delas, mas querem ser respeitadas. Outra coisa que achamos
interessante foi descobrir como os deficientes visuais conseguem se virar
na cidade.
A parte que mais gostamos de fazer nesse trabalho
foi a campanha para a arrecadação de dinheiro. Nós
nos sentimos importantes em ajudar essas pessoas porque elas nos ensinaram
muito e esse foi um jeito de retribuir tudo o que elas nos deram. Também
porque achamos muito legal montar os cartazes da campanha e ir às
salas de aula fazer a coleta do dinheiro.
Texto coletivo do 4º ano B
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