4º ANO A – 2009
OS PATAGÕES DA PATAGÔNIA

Nós, alunos do 4º ano A do Gracinha, decidimos fazer uma excursão para a Patagônia. Escolhemos essa região tão diferente porque somos alunos muito curiosos, aventureiros e corajosos.
Fomos juntos para o aeroporto pegar o avião e estávamos muito ansiosos para chegar ao nosso destino.
— Não estou conseguindo segurar minha ansiedade! — disse a Helena.
— Não se preocupe, daqui a pouco chegaremos lá. — respondeu Sofia Gelli acalmando sua amiga.
Ao chegarmos ao hotel, próximo às geleiras, conferimos o que havíamos estudado antes nos mapas: era um lugar muito gelado, bonito e cheio de animais que não eram comuns no Brasil.
— Nunca tinha visto um pinguim antes na vida!
— Nem eu, Mariana Cunha! — respondeu Gustavo Nunez.
Pedro Pomella completou:
— Não se preocupem, ainda vamos ver muitos pela frente.
No dia seguinte, decidimos conhecer um ponto turístico chamado Ushuaia. É um lugar que fica mais ao sul, perto da Antártica, onde há muitos passeios de barco. Júlia Mendes teve uma ideia:
— Que tal irmos passear de barco?
— Com certeza! — concordou na hora o Felipe.
Pegamos o barco e, assim que nos afastamos um pouco de Ushuaia, escutamos um barulho forte:
— PAMMMM!
Guilherme gritou:
— Uma baleia!
Nesse momento, o barco sai da rota e chega numa ilha deserta. Resolvemos sair do barco para conhecer aquela ilha tão estranha...
Havia uma neblina muito forte e… quando estávamos caminhando… Leonardo, João Lucas e Bárbara escorregaram em um buraco enorme!
— Nunca vi pegadas tão grandes! — disse Gustavo Rodrigues ajudando os amigos a sair do buraco.
— Ah, já sei! Eu li em um livro que os nativos, conhecidos como patagões, tinham pegadas enormes.
— É verdade, Juliana. Eles usavam peles de guanaco, um animal típico dessa região, no corpo todo e nos pés. Isso fazia com que ficassem com pés enormes. — completou Laura.
— Olha! Tem umas pegadas lá na frente! Vamos segui-las? — avisou Luvi.
Mesmo com medo, decidimos seguir as pegadas. Cada vez ficávamos mais temerosos... Mas, Mariana Achatz, Roberto, Alvaro, Pedro Henrique e Pedro Faria pegaram suas lanternas e foram na frente, iluminando o caminho.
— Olha! Acho que eu vi alguma coisa... parecem patagões!… — disse Manuela assustada.
— É verdade, parecem mesmo! — confirmou Isabel.
Todos nós fomos nos aproximando para ver o que era. Vimos homens enormes, vestindo peles de guanaco e muito bem conservados por causa do gelo.
— Que tal nós levarmos os patagões para o museu? — disse Julia Piccoli.
Nesse momento, Sofia Hart e Clara chegam com um grupo de exploradores:
— Vejam! Achamos pessoas que podem nos ajudar a sair daqui e levar os patagões para um museu!
Um dos exploradores pegou o rádio, ligou para o resgate e logo vieram helicópteros e barcos para nos levar de volta.
Chegamos sãos e salvos no hotel e ainda bastante animados para conhecer mais lugares e, quem sabe, viver mais aventuras antes de voltarmos para São Paulo!!


4º ano B – 2009
Bariloche, uma viagem inesquecível!

No dia 9 de julho de 2008 começou nossa viagem. Nós nos encontramos às dezenove horas no aeroporto internacional de Guarulhos.
Nosso voo saiu no horário e fizemos uma ótima viagem.
Ao chegar em Bariloche, fomos direto para o hotel Llao Llao. Estávamos muito cansados, desarrumamos as malas e dormimos.
Na manhã seguinte, logo após o café, fomos conhecer o hotel. Ele era deslumbrante: todo de madeira, com vários animais empalhados na parede, uma piscina aquecida gigante e um bosque lindo de frente para o lago Nahuel Huapi.
Saímos do hotel e fomos esquiar. Foi muito engraçado, a Luciana caía toda hora e derrubava todo mundo! Laura, Alice, Carol, Marcela, Rodrigo e Nicolas deram um show de esqui!
André, Matheus, Ricardo, Pedro Augusto, Leonardo, Pedro Lopes e Carla ficavam jogando bolas de neve em todos.
No outro dia, não fomos esquiar, aproveitamos que estava sol para passear de lancha pelo lago. Nós nos dividimos em grupos e fomos até o final do lago que faz fronteira com o Chile. Lá vimos muitas trutas e nas montanhas cervos. Quando voltamos, aproveitamos para brincar na piscina. O Pedro Rios não parava de jogar água em todo mundo! Terminamos a brincadeira com muita fome. Nós nos arrumamos e jantamos no restaurante Los Cesares. A comida estava maravilhosa, quando estávamos terminando de comer as tortas e chocolates para repor as energias, BUMMMM! Acabou a luz do restaurante! Ficamos desesperados e começamos a gritar! Tateamos as paredes e não achamos a saída, o João Pedro finalmente encontrou uma porta. Ela estava emperrada por causa da neve que caía mais forte. Começamos a empurrá-la com muita força. De repente ela abriu e a Helena Bachur, a Mariana, o Gabriel e a Chiara rolaram morro abaixo e caíram no lago gelado. O Carlo e a Sofia Ameijeiras tiveram uma brilhante idéia! Eles pegaram todos os casacos das crianças, amarraram as mangas e fizeram uma grande corda. Com a ajuda de todos, conseguimos tirar os amigos da água. Eles estavam quase congelando!
Fomos correndo para o hotel e tomamos um banho bem quentinho! Depois de um dia como esse e no escuro, só dormindo...
Esquiamos mais dois dias. No último dia, fizemos um passeio de teleférico. A Sofia Castellar, a Pérola, a Yasmin e a Helena Arruda ficaram com tanto medo que pularam da cadeirinha no início da subida. A Vera ficou desesperada e pulou de uma altura de 3 metros para ver como as meninas estavam. Ainda bem que não aconteceu nada!
De volta ao hotel, arrumamos as malas, pois no dia seguinte voltaríamos para o Brasil. Foi uma viagem inesquecível!


4º ano C – 2009
A morte quase chega

Nossa viagem tão esperada foi emocionante! E foi graças ao tio da Maria Dallari, que ofereceu a nós, alunos e professoras do 4° ano C da Escola Nossa Senhora das Graças, nas férias de dezembro, um passeio divertido para a Disney, num dos parques que se chama Hollywood Studios. Ele trabalha nos Estados Unidos, numa agência de turismo. Que sorte a nossa! Pena que passou tão rápido!
Esse é o menor parque, mas muito legal. Tem diversão garantida para crianças, jovens e adultos que se interessam por cinema. Bastante radical, apresenta cenas de filmagem que dão ao visitante a impressão de estar dentro do filme. Cada um escolhe a cena de um filme para sentir a emoção participando dele. Além de tudo isso, toda noite tem fogos de artifício que dão a impressão de estarmos sempre no ano novo.
O primeiro brinquedo que fomos era de um hotel deslumbrante que tem um elevador assombrado. Diz a lenda, que uma família se hospedou lá e morreu em queda livre nesse elevador. O visitante passa pela mesma situação, mas não morre. Apenas leva um susto APAVORANTE!...
Saímos dali tontos e fomos para o Aero Smith, que nos levou dentro de uma limusine a uma velocidade incrível. Gostamos muito, mas todo mundo reclamou de torcicolo.
Como a barriga estava vazia, demos uma parada para tomarmos um lanche e refazer as energias para enfrentarmos o próximo brinquedo.
- Vamos logo! Queremos conhecer outro brinquedo! - todos gritamos.
Em seguida, viajamos num tipo de trem que passa por um local repleto de caminhões, barris de pólvora e buracos que dão muito medo só de pensar em ver. No meio da aventura, o trem para e um ENORME caminhão desaba sobre nós e começa a pegar fogo.
- Estamos fritos! SOCORRO!! Alguém nos ajude!
Infelizmente ninguém conseguia ouvir e entender nosso pedido de ajuda. Até que, de repente, percebemos que o caminhão, cheio de combustível, iria explodir! Ficamos desesperados, começamos a chorar e chamamos nossas mães, pois percebemos que não era uma simulação, tudo era real e tinha acontecido por acidente.
Naquele instante, o excesso de calor, provocado pelo fogo, abriu uma passagem que permitiu nossa saída daquele caminhão em chamas e, em poucos segundos, chegaram ambulâncias, bombeiros e todo tipo de socorro para nos salvar. Entretanto, já estávamos fora e, rapidamente, apagaram o incêndio, não permitindo que o caminhão explodisse. Nossa, que alívio! Foi um milagre sairmos vivos!
Após toda essa loucura, recebemos atendimento médico porque estávamos um pouco arranhados e desidratados. Voltamos ao hotel para descansar e conversar sobre o assunto. Que dia, heim?!
Quando estávamos nos preparando para ir embora, recebemos um convite inesperado e maravilhoso para ficar mais um dia em um parque de nossa escolha, como manifestação de desculpas. Por fim, aproveitamos e voltamos para o Brasil, felizes e com muitas histórias para contar.

4º ano D – 2009
Uma noite em pânico

No final de 2009, nós do 4° ano D, resolvemos fazer uma viagem como encerramento das atividades letivas. Escolhemos o Japão, depois de fazermos uma pesquisa, onde descobrimos os seus pontos turísticos, suas paisagens, alguns de seus costumes, sua culinária, seus trajes etc.
Após os preparativos, fomos ao aeroporto muito animados e ansiosos com o passeio!
A viagem durou vinte e quatro horas. Chegamos ao hotel muito cansados! Após o chek in, fomos hospedados no último andar. O hotel tinha cento e dois andares e proporcionava uma vista linda de Tóquio. Conseguíamos avistar construções tradicionais do Japão e também construções modernas.
No meio da noite, enquanto dormíamos, a cidade foi atingida por um tremor de terra. O hotel começou a balançar e os objetos começaram a cair. Um dos alunos ainda estava acordado, pois não estava adaptado ao fuso horário. Percebendo que algo de estranho acontecia, foi de quarto em quarto avisando as pessoas. Todos entraram em pânico! Saímos dos quartos e ficamos concentrados no corredor. Nesse momento, o prédio parou de balançar. Recuperados do susto, ligamos para o corpo de bombeiros e fomos orientados a descer pela escada de emergência.
Organizados em fila, começamos a descer pela escada. De repente, outro tremor, ainda mais forte que o anterior, atingiu novamente a cidade. As luzes se apagaram. Logo, as pessoas começaram a cair umas sobre as outras. Ajudar os amigos não era fácil, pois não conseguíamos ficar em pé e nem enxergar.
Com muito sacrifício, conseguimos nos apoiar no corrimão e levantar. Combinamos que, dali em diante, desceríamos todos juntos. Foi quando ouvimos um grito:
- Socooorro! Ajudem-me por favor! Minha mão está presa!
Imediatamente a Ellen, tateando o corrimão, conseguiu chegar à criança. Depois de acalmá-la, localizou sua mão e a ajudou.
Continuamos a descer e, repentinamente, a luz voltou. Avançamos até o vigésimo terceiro andar. Parecia que tudo daria certo. Até que avistamos que os degraus da escada estavam caindo, formando um grande buraco. Imediatamente paramos. Não podíamos prosseguir. Tínhamos que buscar outra saída. Entramos no corredor mais próximo e avistamos uma grande janela. Ao nos aproximarmos dela, ouvimos as sirenes dos bombeiros. Olhamos para baixo e explicamos que não poderíamos continuar pela escada, pois tinha desabado.
- Não estávamos preparados para isso. Nós achávamos que descendo pela escada daria certo. Teremos que pensar em outra solução - disseram os bombeiros.
Para nossa sorte, um caminhão carregado de colchões estava estacionado próximo ao hotel. Os bombeiros conseguiram posicionar o caminhão embaixo da janela onde estávamos. Teríamos de pular, um a um, nos colchões. Para isso, nos organizamos em fila e assim conseguimos nos salvar.
No dia seguinte, recuperados do trauma, decidimos que iríamos continuar nosso passeio. Então, visitamos os pontos turísticos do Japão: Monte Fuji, a cidade de Kyoto, Castelo de Nagoya, Monte Haruna, Parque Nacional Akan e o Rio Yamazaki.
Depois dos passeios, arrumamos as malas e retornamos para a escola. Nossa viagem foi muito emocionante e cheia de aventura. Conhecemos lugares maravilhosos e incríveis!

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