4 ano A - FAZENDA DE CAFÉ
CASA GRANDE E SENZALA

No dia 14 de maio de 2010, nós, alunos do 4º ano, visitamos a fazenda Nossa Senhora da Conceição, no município de Jundiaí. Essa fazenda localiza-se a 78km da Escola Nossa Senhora das Graças e as principais rodovias que percorremos foram SP 348 (Bandeirantes), SP 300 (Jundiaí – Itu) e Jundiaí-Itatiba.

Atualmente a fazenda trabalha mais como um museu e é um lugar turístico. Os locais mostram como se produz o café, quem eram as pessoas que trabalhavam e onde ficavam.

O 4º ano A ficou responsável por organizar as informações sobre a Casa Grande e a Senzala.

Observamos dois tipos de senzala: a senzala doméstica e a senzala masculina. Dormiam na senzala doméstica os escravos que trabalhavam na Casa Grande e, na senzala masculina, os que trabalhavam na cafeicultura.

O período em que essa senzala foi mais utilizada pelos escravos aconteceu entre 1810 e 1860, aproximadamente.

O chão das senzalas era de terra e não havia janelas, apenas alguns respiradores (pequenos buracos com grades para os escravos poderem respirar, mas não fugirem).

Eram locais pequenos e sem conforto. Para piorar, no frio, os capatazes amontoavam os escravos no porão da Casa Grande para que assim a casa ficasse aquecida.
Quando os escravos fugiam ou desobedeciam às ordens do Barão, eram capturados pelos capitães do mato e levavam um castigo físico. Ficavam acorrentados no pelourinho ou em correntes bem apertadas.

Essas correntes, também chamadas de grilhões, eram feitas de ferro e eram utilizadas pelos capatazes para prender os escravos fujões.

Já a Casa Grande, era bem maior e muito mais confortável do que a senzala. Lá vivia o dono da fazenda, Francisco da Conceição, mais conhecido como Barão de Serra Negra, e sua família.

Isso ocorreu há 200 anos. Atualmente, quem vive nessa fazenda é o seu bisneto, Antônio da Conceição. A senzala se transformou em um museu para até hoje lembrar a vida dura que os escravos levaram.

Texto coletivo 4º ano A

 

4 ano B - Fazenda de Café
Casa do colono e Capela

Nós, alunos do 4º ano B, observamos a Casa do Colono e a Capela.

Esses ambientes foram utilizados, principalmente, entre 1888, quando acabou a escravidão e 1930, no período em que o café perdeu o valor econômico e a imigração diminuiu.

A casa do colono era pequena e simples, nela, muitas vezes, morava mais de uma família com muitos membros.

Observamos alguns objetos próprios da época, como o ferro de passar roupa, aquecido a carvão, a máquina de costura, que as mulheres usavam para fazer as roupas da família, o fogão a lenha, utilizado para cozinhar, a mala de couro, provavelmente trazida na viagem, e os candelabros de parede, usados para iluminar a casa quando escurecia.

A capela foi construída para manter os colonos sempre dentro da fazenda. Lá, ouviam sermões que serviam para acalmá-los e para que continuassem trabalhando felizes (sem rebeldia).

Para chegar à capela era preciso atravessar um corredor de árvores e subir a escadaria. Dentro dela também não havia luz elétrica. Tinha um pequeno altar, com a mesa ao centro e ao lado a pia batismal, um confessionário e várias imagens de santos nas laterais.

Texto coletivo 4º ano B

 

4 ano C - FAZENDA DE CAFÉ
MUSEU DO CAFÉ

         Complementando nosso trabalho sobre imigração, nós alunos do 4º ano C, fizemos um estudo do meio na fazenda de café Nossa Senhora da Conceição, no município de Jundiaí, a 78 km de São Paulo.

         Cada parte da fazenda deveria ser descrita, com detalhes, por uma turma. Nós ficamos responsáveis pelo Museu do Café.

         O espaço destinado ao Museu foi um dia uma senzala. Aos poucos, sofreu transformações e virou um local onde mostra a história do café desde o período  da escravidão até a época dos colonos, que eram a mão de obra da fazenda. Esse período é de 1810 a 1930.

         O Museu do Café tem um acervo com imagens, móveis, fotos, objetos, instrumentos agrícolas que nos permitem entender melhor como era o trabalho nessa fazenda.

         Logo na entrada há fotos e documentos onde eram registrados o dia a dia dos trabalhadores.  No interior do Museu, bem à frente, um grande painel contando a lenda do café, um mapa do Brasil com o percurso desse produto tão famoso e uma imagem do seu introdutor, Francisco de Mello Palheta, ao nosso país. Vimos as fotos dos senhores da fazenda e seus filhos,  escravos, imigrantes italianos e japoneses, da cidade de São Paulo de uma época remota e desse local que hoje é destinado ao turismo.

         Observamos móveis, objetos e instrumentos como:

         O estudo do meio possibilitou, por meio de todos esses registros, entender melhor como as pessoas viviam e trabalhavam naquela época que foi tão importante para a história do café no estado de São

Texto coletivo 4º ano C/2010

 

4 ano D - FAZENDA DE CAFÉ
PLANTIO E BENEFICIAMENTO DO CAFÉ

A Fazenda Nossa Senhora da Conceição, localizada em Jundiaí, produziu café no período de 1840 a 1930. Na produção foi empregada mão-de-obra escrava e imigrante.
Os alunos dos 4ºs.anos visitaram a fazenda no dia 14/05/2010. O 4º ano D ficou responsável por registrar o plantio e o beneficiamento do café.
A produção de café se dá através de várias etapas:

Fazenda de Café

Fazenda de Café

Fazenda de Café

Fazenda de Café

Fazenda de Café

Fazenda de Café

Fazenda de Café

Texto coletivo 4º ano D

 

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