Visita a Associação Laramara No dia 26 de outubro de 2010 os alunos do 4° ano visitaram a Associação Laramara. Lá tiveram a oportunidade de conhecer o trabalho desenvolvido no atendimento de crianças portadoras de deficiência visual.
REGISTRO No dia 26 de outubro de 2010 nós, alunos do 4º ano A, visitamos a Associação Laramara, no bairro da Barra Funda, em São Paulo. A Associação Laramara é uma instituição para crianças, jovens e adultos com deficiência visual. Lá, eles ajudam as famílias a aprender a lidar com os filhos que são deficientes visuais e ajudam as crianças cegas a ter uma vida com mais autonomia, ou seja, ensinam a elas como fazer as coisas sozinhas e a conhecer o braile. Chegando lá, pudemos ouvir um semáforo sonoro que apita para informar quando os pedestres podem atravessar. Infelizmente, esse recurso só existe perto de instituições para deficientes visuais. Assim que chegamos, passamos por uma trilha sensorial: um local onde é possível tocar em objetos e conhecer diferentes texturas, como os pelos de animais, as pedras, ouvir o som da água, treinar o equilíbrio em uma ponte etc. Dessa forma, os deficientes tem a chance de conhecer melhor como é o mundo. Fomos recebidos pela Vera, que nos deu dicas sobre como ajudar os DV (deficientes visuais) na rua. Ela também nos mostrou alguns brinquedos que ajudam os DV a usar o braile, como a colméia (caixas com objetos que começam com uma determinada letra em tinta e em braile) ou a cela braile. Na Associação Laramara, há uma sala para os DV (deficientes visuais) aprenderem a usar o computador. Um dos funcionários, Fábio, DV, nos mostrou um programa com software de voz que fala tudo o que aparece na tela. Assim, podem usar a internet, digitar textos, se divertir com jogos etc. Enfim, manusear a máquina com facilidade e preparar-se para arrumar melhores empregos. Conhecemos também a fábrica que faz as máquinas braile, mostrada por Renato, outro DV. Ele falou que a máquina ajuda o DV a escrever mais rapidamente do que a reglete. Explicou-nos sobre o sistema braile, que é um código que ajuda os DVs a ler e a escrever. Vimos também que a Associação Laramara tem um estúdio de gravação para que os DVs possam ter acesso a materiais por meio da audição e não da visão (livros, anúncios etc.). Há também uma loja que vende produtos especializados para DVs (brinquedos, relógios, celulares, micro-ondas etc.). Por último, vimos a sala AVA (Atividades da vida autônoma). Essa sala serve para os DVs conseguirem ser mais autônomos para quando estiverem em suas casas conseguirem fazer as coisas do dia a dia sozinhos, como por exemplo arrumar a cama, usar o banheiro, comer, utilizar talheres, cozinhar. Nessa visita, pudemos perceber que a Associação Laramara preocupa-se em incluir os DVs na nossa sociedade. Sua missão é oferecer a mesma oportunidade que uma criança que não é cega tem: ser independente!
Texto coletivo - 4º ano B No dia 26 de outubro de 2010, fomos visitar a Associação Laramara. Descendo do ônibus, vimos na calçada o piso tátil e o sinal sonoro para pedestres com deficiência visual que apita para eles saberem quando podem atravessar a rua. Entrando na Laramara, passamos por uma trilha sensorial. Nela andamos por areia, pedras e ponte. Tocamos em animais empalhados para percebermos as diferenças das texturas das peles e escutamos o barulho da água que passava por baixo da ponte. No auditório, assistimos a um vídeo sobre a história da Associação e da convivência das pessoas que procuram a Laramara. A Vera, que trabalha lá e nos recepcionou, mostrou materiais e objetos que são usados com os deficientes visuais e seus familiares. Recebemos uma mensagem dos pais da Aninha (DV de 2 anos) pedindo para que as pessoas respeitem e não tenham pena dos deficientes. Após a palestra com a Vera, fomos para a “fábrica” das máquinas Braile e conversamos com o Renato que é cego e trabalha lá testando todas essas máquinas. Conhecemos uma loja especializada para deficientes visuais e vimos bengalas, relógios de pulso, despertadores, balança de peso, fogão e outros objetos. De lá fomos para o estúdio, onde são gravados os audiolivros e as propagandas. Pudemos até falar e ouvir no microfone. Depois, fomos para a sala de informática e conhecemos o Fábio que é cego de um olho e tem baixa visão no outro (enxerga apenas 20%). Lá ele dá aula de informática utilizando um programa de voz e um programa que aumenta até 34 vezes a imagem. Para terminar, voltamos para o auditório e reparamos que em todas as portas tinha identificações em braile e tudo que estava escrito era em azul escuro e amarelo, que são cores que contrastam e facilitam a leitura para quem tem baixa visão. Gostamos de conhecer a Associação e aprendemos muito sobre os deficientes visuais.
Projeto: UM OUTRO OLHAR SOBRE SÃO PAULO - 4º ano C No dia 26 de outubro de 2010, nós alunos dos 4os anos da Escola Nossa Senhora das Graças, visitamos a Associação Laramara para conhecer o trabalho dessa instituição. Nós aprendemos que a associação trabalha com crianças, jovens e adultos que têm deficiência visual, baixa visão e deficiências múltiplas. Eles frequentam esse espaço uma vez por semana, pois lá não é uma escola. Eles têm aulas de natação, de atividades da vida autônoma, que os ajudam a aprender a arrumar cama, lavar louça/roupa, utilizar o micro-ondas e outras tarefas do dia a dia, que os tornam mais independentes. Também aprendem arte, informática, música, escrita e leitura em braile. Nessa visita, participamos de uma palestra onde foi explicado todo o trabalho desenvolvido. Descobrimos que a Laramara já colocou mais de 700 pessoas no mercado de trabalho e já cuidou de mais de 10 mil famílias nesses 18 anos de existência. A primeira apresentação foi com o Fábio, professor de informática, que tem baixa visão. Ele nos mostrou alguns programas que possibilitam o acesso de deficientes visuais ao computador. O primeiro foi o JAWS e o outro o DOSVOX, um programa de voz que fala o que aparece na tela e permite o usuário até jogar. Conhecemos também a gráfica onde o Renato, deficiente visual, nos explicou sobre o funcionamento e a montagem de uma máquina braile e de outros equipamentos como a bengala. Finalizamos a nossa visita conhecendo outros espaços e percebendo que toda a associação é adaptada ao deficiente visual. A trilha sensorial, o piso tátil, as sinalizações facilitam a locomoção, o equilíbrio e permitem assim uma vida melhor para todos que a frequentam. Foi muito importante ver esse local, porque além de complementar o nosso projeto, também nos mostrou que os cegos têm uma vida igual a de qualquer um e nos fez perceber, mais uma vez, que devemos sempre respeitar as diferenças.
Texto coletivo – 4º ano D / 2010 No dia 26 de outubro os alunos dos 4º anos visitaram a Laramara, Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual. Essa associação tem como objetivo principal apoiar a inclusão da criança com deficiência visual na família, na escola e na comunidade. A nossa visita teve o propósito de conhecer o trabalho desenvolvido por essa associação. Para isso, visitamos o auditório, a sala de Informática, o espaço das atividades da vida autônoma, o estúdio de gravações e a oficina de montagem da máquina braile. Em cada sala visitada, tivemos o contato com funcionários deficientes visuais que explicaram sobre o trabalho que desenvolvem junto aos deficientes.
A nossa visita à Laramara foi muito proveitosa, pois tivemos a oportunidade de conhecer os espaços dessa associação e o trabalho que é desenvolvido para tornar o deficiente visual autônomo e atuante.
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